O sistema ditatorial brasileiro vem tomando rumos assustadores. Dentre as inúmeras formas de impor a sociedade uma ideia, o governo tem tomado conta da cultura e tentando privativa-la da forma mais drástica possível. No ultimo carnaval de Salvador, o qual é referencia no Brasil como uma festa de rua, onde as pessoas tinham total integração, tornou-se uma festa excludente, para poucos, onde quem tem mais curte com qualidade e conforto. A maior das mentiras é dizer que o carnaval é uma festa popular; esta deixou de ser uma festa do povo e para o povo.
A imprensa trás uma imagem de paz, de uma festa bonita onde a união reina, onde as pessoas são todas de uma beleza impar e uma arrumação impecável, onde atores, atrizes, pessoas famosas circulam com total liberdade e sem nenhuma preocupação com o perigo, mas as emissoras esquecem que as mesmas elevam seus pisos ao mesmo patamar dos camarotes que, diga-se de passagem, são caríssimos e excluem a possibilidade de virar suas lentes para os foliões conhecidos como "pipocas", os quais não ficam cercados dos seguranças que protegem os camarotes, ou os cordeiros que envolvam os blocos. As pessoas da pipoca ficam sujeitas a violência de diversas formas inclusive da Policia a qual deveria esta apenas com intuito de proteção, mas infelizmente essa não é a realidade, a policia desrespeita aos inocentes quando ocorre uma briga, os militares exalam spray de pimenta em todas as pessoas que estão nas proximidades sem pensar no bem estar dos seres.
''O prefeito ACM Neto prova que não governa para os menos favorecidos''. E isso não é novidade., novidade é saber que a privatização do carnaval da Bahia chegou a este patamar ridículo e vergonhoso. Se uma cervejaria dita o que deve beber o folião e o prefeito aceita esta imposição porque a ele interessa esta negociação, podemos dizer que é negócio, é capitalismo, o foco esta apenas nos negocios, no ganhar dinheiro. Visto por outro lado, os camarotes e blocos tinham total liberdade para elencar a cerveja dos seus blocos, porem no circuito "Dodo e Osmar" nas áreas não privativas apenas uma cervejaria era quem comandava.
Carnaval virou festa para poucos, poucos cheios da grana que se exibem nos camarotes com suas expressões de superioridade quando voltam o olhar para ''povo'' que curte no chão. Quem está prestes a viajar para salvador pensando em acompanhar uma festa popular, se prepare para assistir a uma separação sem precedentes na cultura brasileira. Porque é no chão que as brigas acontecem; é no chão que a gente humilde joga cerveja para o alto; não dispõe de beleza e estilo, muito menos de salões de belezas durante a festa. No entanto foi no chão que a festa se espalhou, chamou a atenção da população e dos outros estados brasileiros e paises de todo mundo. Foi o chão, que hoje foi transformado em pipoca que fez nomes como Ivetes, Chicletes, Asas.
A imprensa trás uma imagem de paz, de uma festa bonita onde a união reina, onde as pessoas são todas de uma beleza impar e uma arrumação impecável, onde atores, atrizes, pessoas famosas circulam com total liberdade e sem nenhuma preocupação com o perigo, mas as emissoras esquecem que as mesmas elevam seus pisos ao mesmo patamar dos camarotes que, diga-se de passagem, são caríssimos e excluem a possibilidade de virar suas lentes para os foliões conhecidos como "pipocas", os quais não ficam cercados dos seguranças que protegem os camarotes, ou os cordeiros que envolvam os blocos. As pessoas da pipoca ficam sujeitas a violência de diversas formas inclusive da Policia a qual deveria esta apenas com intuito de proteção, mas infelizmente essa não é a realidade, a policia desrespeita aos inocentes quando ocorre uma briga, os militares exalam spray de pimenta em todas as pessoas que estão nas proximidades sem pensar no bem estar dos seres.
''O prefeito ACM Neto prova que não governa para os menos favorecidos''. E isso não é novidade., novidade é saber que a privatização do carnaval da Bahia chegou a este patamar ridículo e vergonhoso. Se uma cervejaria dita o que deve beber o folião e o prefeito aceita esta imposição porque a ele interessa esta negociação, podemos dizer que é negócio, é capitalismo, o foco esta apenas nos negocios, no ganhar dinheiro. Visto por outro lado, os camarotes e blocos tinham total liberdade para elencar a cerveja dos seus blocos, porem no circuito "Dodo e Osmar" nas áreas não privativas apenas uma cervejaria era quem comandava.
Carnaval virou festa para poucos, poucos cheios da grana que se exibem nos camarotes com suas expressões de superioridade quando voltam o olhar para ''povo'' que curte no chão. Quem está prestes a viajar para salvador pensando em acompanhar uma festa popular, se prepare para assistir a uma separação sem precedentes na cultura brasileira. Porque é no chão que as brigas acontecem; é no chão que a gente humilde joga cerveja para o alto; não dispõe de beleza e estilo, muito menos de salões de belezas durante a festa. No entanto foi no chão que a festa se espalhou, chamou a atenção da população e dos outros estados brasileiros e paises de todo mundo. Foi o chão, que hoje foi transformado em pipoca que fez nomes como Ivetes, Chicletes, Asas.

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